Nina Escritora
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Bairro: Vila Madalena
Idade: 28
Tipo: Morena
Biotipo: mignon
Altura: 1.60
Peso: 56
Manequim: 38
Pes: 35
Cabelos: Castanhos
Olhos: Verdes
Horário: 24h
Faz o perfil: Namoradinha Universitaria
Acompanha: Homens, Mulheres, Casais
Atendo em: Flat Próprio, Hotéis
Cachê: A combinar
Aceita Cartão: Não Aceito
Periodo: A Combinar
Especialidades: Striptease, Pompoarismo, Massagem Tântrica, Massagem Relaxante, Podolatria
Permite Fumar: Não
Viaja: A Combinar
Categorias: Sugar Baby, Massagistas, Ménage à trois
Nina Escritora
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Nina Escritora há 3 meses

@ninaescritora Fixado

Nesse momento da minha história, escolho levar minha melhor versão para as pessoas que se mostram gentis e interessantes, sendo reconhecida e respeitada, valorizando meu tempo - o que todos temos de mais precioso -, ganhando meu dinheiro de maneira honesta, seguindo meus princípios com retidão e honrando a excelente criação (voltada para arte, etiqueta, literatura, cinema, administração e ciência) que recebi da minha família e a educação que tive em um dos melhores colégios de elite do sul do Brasil.

Sou grata por cada cliente que já tocou o meu caminho.
A cada um deixo um pedacinho de mim,
levo um pedacinho comigo.

Quer fazer parte da minha jornada?
Vai ser um prazer fazer parte da sua.

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Nina Escritora há 1 semana

@ninaescritora

Sabe aquila frase que diz "barato que sai caro"?

Então... é impressionante o quanto ouço dos meus clientes "preferi uma menina mais barata, foi péssimo e agora eu estou aqui contigo".

É assim que as pessoas jogam dinheiro fora. Eu não tenho problema algum em pagar caro por algo que eu queira, goste e veja valor, mas tem uma coisa que me deixa bem chateada: pagar por um serviço ou produto e não receber o que me foi prometido. Isso realmente me chateia. Por isso, minha postura diante da vida é consumir menos mas RECEBER O MELHOR daquilo que eu busco. O melhor.

É como ter vontade de comer uma pizza, mas decidir comer uma tapioca no lugar: você termina de comer a tapioca, sente que não passou a vontade de pizza, fica sofrendo e se culpando por ter feito essa escolha até o momento em que cansa do pensamento obsessivo que fica te mostrando um queijo derretido delicioso e fazendo sua boca salivar. Você decide ir até a pizzaria e aí sim você tem o prazer que queria desde o começo.

Contudo, você gastou dinheiro & engordou tanto na tapioca quanto na pizza. Por fim, vai ficar pensando "por que eu não fui direto na pizzaria?!". Eu já sofri muito com essas escolhas erradas, hoje não faço mais. Gosto de gastar meu dinheiro em lugares onde confio e sei que vou sair com uma sensação melhor do que a que estava quando entrei.

Só o melhor sacia. Pensa nisso.

Nina Escritora há 3 meses

@ninaescritora

Após a criação do "slow food", vem aí o "SLOW SEX".

"Slow food quer dizer comer devagar. O movimento prega o comer consciente e de maneira PRAZEROSA, com qualidade. Não é uma tendência vegetariana como alguns infelizmente tentam impor. O movimento slow food surgiu como um contraponto ao fast food. Tanto no que diz respeito à QUALIDADE da comida, mas também na velocidade em que devoramos uma refeição."


Minha proposta é

s a b o r e a r

o AGORA em excelente companhia.

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Nina Escritora há 3 meses

@ninaescritora

RELATO DE UM CLIENTE SOBRE O ENCONTRO COMIGO:

"A nossa afinidade começou logo de cara, pela sua apresentação e pela estrutura do seu modelo de negócio. Logo no primeiro contato pelo whatsapp, recebi uma descrição do seu atendimento, seus valores e o primeiro volume do livro "Os Segredos da Acompanhante Milionária", por esse motivo serei um pouco racional para explicar o meu raciocínio, mostrando que já de início havia admiração por essa mulher.

Ao receber as informações iniciais, foi possível criar uma expectativa sobre quem estava do outro lado. Ela deixa tudo muito claro para você. Sem forçar barra nenhuma, ela mostra que a sua intenção é de passar períodos mais longos e assim criar uma conexão em seu atendimento.

Por um percentual a mais do valor mínimo para realizar o seu atendimento, é possível passar quatro vezes mais tempo ao seu lado. Assim como no McDonald's, o preço do lanche é um valor, o da batata é outro, mas o combo é extremamente vantajoso. Mesmo que o preço final seja maior, você irá aproveitar muito mais comendo um lanche com batatas e refrigerante. Mesmo assim, para uma melhor cobertura da oferta de mercado, a opção de período mínimo existe, oferecendo assim um menu completo para todas as intenções. Nesse quesito, a visão é de genialidade. Uma marqueteira nata.

Ao ler o seu livro, percebi que não era só uma conexão. Ela busca na intimidade uma maneira de viver - e aqui te deixo livre para colocar a semântica que quiser nessa palavra.

Sem nem terminar de ler todo o conteúdo, mandei uma mensagem perguntando se era possível nos encontrarmos no mesmo dia. Como era de noite, eu já estava convencido de que provavelmente ela nem me responderia. Felizmente, ela estava disponível para agendamentos. Meu coração foi de zero a cem em segundos e na mesma hora eu já pedi um "número 1" com batatas e refrigerante grandes. Quatro horas com ela. Eu estava buscando um encontro para conhecer essa mulher que só com palavras já tinha me
trazido tanta emoção.

Juntos, ela buscou tanto me conhecer como se apresentar. Suas experiências de vida, repertório de conhecimento, referências e gostos foram o ponto de partida da noite. A partir daqui o texto não é de criação única e exclusivamente minha. As ideias que surgiram ao longo da noite e a conversa que tivemos me mudaram como pessoa, se tornando facilmente uma das trocas mais emocionantes que senti na vida.

Fomos além de intimidade. A cada toque que trocávamos, eu sentia carinho, respeito e vontade. O seu olhar é sem julgamento nenhum, permitindo que você seja quem você quer ser, embarcando naquele momento ao seu lado. Por esse motivo que um encontro com a Marina não é sobre "oferecer" a melhor experiência. Ela vive a experiência tanto quanto seus clientes. Ela vê beleza em conhecer pessoas e histórias. Uma pessoa fascinada por viver.

Foi possível sentir isso a todo momento do nosso encontro, ao longo dos momentos quentes, das nossas conversas e das nossas risadas (que não foram poucas). Das coisas que marcarão a minha vida para sempre, estará o seu estímulo em perceber o meu próprio corpo e o momento em que eu estava, sentindo os meus pés no chão e a energia que circulava pelo meu corpo.

Esse relato foi feito com menos de 24 horas do encontro. E enquanto eu o escrevia, pude sentir fisicamente todo o prazer que senti na noite anterior.

Da excitação, à pele arrepiada. As quatro horas que passamos juntos foram uma experiência de vida, transcendental, íntima, sincera, tântrica. Sem vieses industriais e livre de tudo aquilo que Foucault diz nos aprisionar.

Em poucas palavras:
ELA NÃO FAZ SEXO. ELA TE PERMITE VIVER."

[Esse cliente escreveu o primeiro capítulo do meu terceiro livro publicado.]

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Nina Escritora há 3 meses

@ninaescritora

Você deve estar se perguntando por que alguém escolheria um encontro sem interação sexual, certo? Pois eu vou te explicar. Eu me inspiro em Ninon de L'enclos (1615-1705), uma cortesã conhecidíssima entre os homens da realeza da França do século XVII pela sua inteligência e espirituosidade. Era a mais animada daquela época e por isso encantou a tantos. Em 1648, essa empreendedora nata criou três formas de se relacionar com ela. Os pagantes eram os clientes como hoje conhecemos: que pagam pela companhia da dama. Os flertes eram homens (e, até mesmo, mulheres) que pagavam para estar em sua companhia pela troca intelectual com a moça, passavam horas na sua casa ouvindo-a tocar alaúde e conversando sobre arte e filosofia, contudo esses encontros não continham teor sexual. E, por fim, os favoritos, que eram homens dentre os flertes, que ela escolhia, ao seu bel prazer, para saborear noites, semanas ou meses de amor e de paixão sem precisarem pagar para estar em sua companhia - ao que hoje poderíamos chamar de “ficante” talvez. Perceba: o "pagante" pode estar com ela quando quiser, basta pagar pelo tempo combinado; o "flerte" pode estar com ela mas não pode contar com seus favores sexuais. E o "favorito", o mais beneficiado de todos por não precisar pagar e poder contar tanto com sua companhia quanto com favores sexuais, estava sujeito às suas vontades de quando, como e por quanto tempo se relacionariam.

O que percebo com essa jogada de business de Ninon é que ela falou o seguinte aos que a desejavam: “Se você tem pressa de dividir momentos sexuais comigo, seja 'pagante' e cobrado sempre será. Mas, se você quiser tentar conquistar o meu desejo, seja 'flerte' ciente de que talvez nunca vá conseguir um momento íntimo comigo". Genial. Dava oportunidade para o homem realizar seu desejo, seja de dormir com a moça, seja de conquistar o seu coração. Em ambos os casos, ela ganhava dinheiro e, de quebra, ainda podia se entregar a momentos de paixão genuína com os escolhidos.

Tal estratégia possibilitava que Ninon vivesse plenamente o agora, saboreando e compartilhando com o companheiro sua entrega genuína, porque ambos sabiam que aquele tempo era um presente que ela
estava dando a ele - e muitos homens de Paris o invejavam porque queriam ser escolhidos também.

Inspirada por essas figuras históricas que têm muito a nos ensinar, vou vivendo as experiências que fazem sentido para mim. Os encontros, hoje em dia, são superficiais e as pessoas não vivem com a deliciosa presença, degustando a vida. Muitas vezes, estão sem querer estar. São maneiras de viver que não contemplam nem a mim nem aos que gostam de ter um momento inesquecível para relaxar, celebrar a vida, conversar, esquecer o mundo lá fora e aproveitar juntos. Por isso, decidi me dedicar totalmente às gostosas experiências que tenho tido por aqui. Só atendo quem desperta o meu desejo também. Meus clientes costumam se tornar grandes amigos, porque o encontro comigo é leve, é pra quem busca mais do que sexo: busca carinho, atenção, respeito, cuidado, amor e uma companhia que sabe ouvir e conversar com sabedoria.

Nesse momento da minha história, escolho levar minha melhor versão para as pessoas que se mostram gentis e interessantes, sendo reconhecida e respeitada, valorizando meu tempo - o que todos temos de mais precioso -, ganhando meu dinheiro de maneira honesta, seguindo meus princípios com retidão e honrando a excelente criação (voltada para arte, etiqueta, literatura, cinema, administração e ciência) que recebi da minha família e a educação que tive em um dos melhores colégios de elite do sul do Brasil.

Sou feliz por ser quem eu sou e chegar aonde cheguei, por tanto aprendizado em todas as esferas da vida e do conhecimento que cada encontro me possibilitou ter. Sou apaixonada por escutar as pessoas, uma curiosa colecionadora de boas memórias e de grandes sabedorias - só alaúde que ainda não aprendi a tocar. hehehe

Sou grata por cada cliente que já tocou o meu caminho.
A cada um deixo um pedacinho de mim,
levo um pedacinho comigo.

Quer fazer parte da minha jornada?
Vai ser um prazer fazer parte da sua.

Prazer, Nina Escritora.

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Nina Escritora há 3 meses

@ninaescritora

Sabe aquila frase que diz "barato que sai caro"?

Então... é impressionante o quanto ouço dos meus clientes "preferi uma menina mais barata, foi péssimo e agora eu estou aqui contigo".

É assim que as pessoas jogam dinheiro fora. Eu não tenho problema algum em pagar caro por algo que eu queira, goste e veja valor, mas tem uma coisa que me deixa bem chateada: pagar por um serviço ou produto e não receber o que me foi prometido. Isso realmente me chateia. Por isso, minha postura diante da vida é consumir menos mas RECEBER O MELHOR daquilo que eu busco. O melhor.

É como ter vontade de comer uma pizza, mas decidir comer uma tapioca no lugar: você termina de comer a tapioca, sente que não passou a vontade de pizza, fica sofrendo e se culpando por ter feito essa escolha até o momento em que cansa do pensamento obsessivo que fica te mostrando um queijo derretido delicioso e fazendo sua boca salivar. Você decide ir até a pizzaria e aí sim você tem o prazer que queria desde o começo.

Contudo, você gastou dinheiro & engordou tanto na tapioca quanto na pizza. Por fim, vai ficar pensando "por que eu não fui direto na pizzaria?!". Eu já sofri muito com essas escolhas erradas, hoje não faço mais. Gosto de gastar meu dinheiro em lugares onde confio e sei que vou sair com uma sensação melhor do que a que estava quando entrei.

Só o melhor sacia. Pensa nisso.

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Nina Escritora há 3 meses

@ninaescritora

Vou narrar duas histórias para vocês.



Sabe um dos trabalhos que mais gosto de fazer? Acompanhante de assinatura de contratos. Hehehe. Isso mesmo. Existem dois motivos convidar a mulher adequada como eu para fazer parte desse momento decisivo:



1) Os clientes que sabem que eu tenho as skills para uma boa e profunda conversa dentro de qualquer assunto me chamam para estar presente em jantares e confraternizações de negócios e, assim, aliviar a preocupação e a insegurança que sentem nessas situações - eu (com minha sensibilidade e percepção apuradas) entro como uma âncora que estará lá para apoiar e preencher os momentos em que o meu cliente pode ficar sem assunto ou sem jeito;



2) As mulheres embelezam os lugares, não é mesmo?! Ambientes onde estão reunidos muitos homens podem se tornar pouco graciosos, especialmente no universo business. Por isso, alguns clientes que conhecem minha desenvoltura e minha elegância me chamam para estar presente e dissolver a tensão no ar. Eu sou uma excelente vendedora (como vocês podem perceber aqui mesmo hehehe) e, nessas ocasiões, eu entro como alguém que auxilia no convencimento da assinatura do contrato sem que ninguém perceba que eu estou fazendo isso.



Os homens são mais valorizados pelo seu intelecto e, com isso, conseguem convencer através de argumentos lógicos, mas uma mulher perspicaz convence com seu sorriso encantador, sua beleza meiga e sua postura elegante. Imagina juntar os dois, o homem de negócios que você é com a mulher graciosa e sutil que eu sou.





HISTÓRIA 1

Dois amigos meus que são jogadores de futebol certa vez me convidaram para acompanhá-los em um momento em que estariam com empresários de outros jogadores e o presidente de um clube de renome nacional. Esses meus amigos são divertidos e muito bem humorados, sabem que o forte deles é descontrair o ambiente, mas sabem também que algumas conversas precisam ser sérias e que isso passa confiabilidade e inteligência. Para tanto, eles pensaram em mim como alguém que iria passar essa segurança naquele momento: iniciamos o happy hour com um papo tranquilo, mas, quando vi, eu estava conversando com eles sobre importância a saúde mental infantil dos jogadores mirins no contexto social de onde essas crianças vêm. Enquanto isso, meus amigos concordavam e faziam breves comentários, dando a impressão de que estávamos nós, eu como extensão deles, demonstrando conhecimento e sabedoria.

Eu preenchi os espaços que seriam vagos de conteúdo aprofundado e dei para a noite que seria de zoeira vazia um tom de seriedade, passando segurança para ambos os lados. O contrato foi assinado e eles passaram a me convidar sempre. Nos tornamos um trio bem temperado: divertido e sério. Hehehe



HISTÓRIA 2

Há alguns anos, recebi uma mensagem de um homem que dizia querer me contratar, mas não para um encontro como se imagina que seja: ele queria que eu atuasse como uma conhecida que, por acaso, estaria no mesmo restaurante em que ele e demais pessoas de um partido político se encontrariam com uma importante empresa com quem faziam negócios. Foi fenomenal, daquele tipo de trabalho de onde eu saio me sentindo mestre no meu trabalho. Hehehe. Ele me passou o briefing e pediu sugestão de restaurante: ninguém do partido entendia de vinhos, mas o presidente da empresa era, por hobby, enólogo. Sugeri um restaurante bem conceituado dentro de uma das unidades do Grand Cru. Combinamos que eu estaria olhando os rótulos na loja na data e no horário em que eles estariam chegando. O homem que entrou em contato comigo iria me abordar como quem encontra uma conhecida e iria me convidar, despretensiosamente, para sentar com aqueles cinco homens. Assim foi. Começou deliciosamente desafiador - o tipo de trabalho dificílimo, mas absolutamente prazeroso para mim -, porque eu ia descobrindo ao longo da conversa quem eu era para aquele grupo, conforme o homem que havia me contratado me apresentava a todos, afinal não havíamos combinado os pormenores. Ele contava ao restante da mesa qual era meu nome (escolhemos um nome diferente do que apresento aqui no site, para ninguém suspeitar), como tínhamos nos conhecido, qual faculdade eu havia cursado e, enquanto isso, eu ia equilibrando pratos para concordar com ele sem titubear, acrescentar informações e tudo isso com ares de tranquilidade e nostalgia frente a homens muito espertos, muito vividos e que não tiravam os olhos de mim. Por dentro, eu estava extremamente atenta e com o pensamento acelerado, por fora, eu parecia serenamente integrada ao jazz que tocava no ambiente, delicadamente segurando a minha taça e degustando o vinho como quem está absolutamente despreocupada. Hahaha. Foi delicioso me ver dando conta de tamanho improviso! Fiquei muito feliz comigo mesma. Hehehe. Depois, a conversa foi para a temática do vinho e eu sabia que aquele era o momento em que eu mais precisaria entregar entretenimento e conteúdo para “salvar” o meu cliente de possíveis constrangimentos. Foi igualmente desafiador, porque eu adoro vinho e vivo pesquisando sobre, mas estou bem longe de conhecer tanto quanto aquele que estava sentado à mesa conosco. Hehehe. Nessas horas, é preciso ter a sabedoria de falar pouco, somente o suficiente, mas, ao mesmo tempo, não ser óbvio a ponto de parecer senso comum. Esse é o segredo para tornar o papo interessante àquela pessoa que já falou sobre o tema por diversas perspectivas e que, provavelmente, se entendia com facilidade em conversas rasas nessa área de paixão que ela domina em profundidade - e, felizmente, nisso eu me garanto muito, hahaha. Nessas horas, minha estratégia é fazer perguntas inteligentes, instigantes e ter excelência na escuta ativa para capturar a resposta com astúcia e, a partir dela, encontrar as próximas perguntas excitantes que nortearão a conversa. Vocês não imaginam o quanto eu amo um desafio assim! 



Por fim, a noite foi agradabilíssima, o meu cliente gostou muito de mim e quis me conhecer em um encontro mais íntimo (se é que vocês me entendem, hehehe) e o cliente dele, o presidente da empresa, ficou tão fascinado por mim que não queria que encerrássemos o jantar. Pediu para que eu aceitasse que seu motorista me levasse para casa, pediu para que eu mantivesse contato com ele e passou meses pedindo para o meu cliente me convidar mais vezes para confraternizações como aquela.



Tivemos uma troca muito potente entre nós seis naquela mesa. Foi uma noite inesquecível em que aprendi muito sobre vinhos e pessoas. Além disso, foi uma noite que me levou a conhecer as margens da minha capacidade de improvisação (não à toa eu parecia integrada ao jazz ambiente) e, por isso, também foi de profuso autoconhecimento. Fiquei muito feliz e grata por ter tido essa oportunidade. Por isso, escrevo aqui essas muitas linhas: quero inspirar mais e mais pessoas a dividirem comigo momentos como esse. Será um imenso prazer.






PS: O ponto alto da noite desafiadoramente instigante foi quando o enólogo pediu para eu adivinhar qual vinho ele havia servido na minha taça. Eu não fazia a menor ideia e potencialmente falaria besteira se tentasse adivinhar, mas lembrei dos livros do Sidney Sheldon com personagens se saindo bem em situações adversas e, em milissegundos, vasculhei minha mente em busca da resposta mais genial possível…



mas esse episódio eu só conto pessoalmente. 





Quer saber mais? No WhatsApp, você fala diretamente comigo. 😛

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Bairro: Vila Madalena
Idade: 28
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